O Rosto do Porto


#Guapa Avenida dos Aliados. Uma das regras básicas da fotografia de rua é encontrar um enquadramento e saber esperar. Intuitivamente foi mais ou menos isso que fiz.

#A arte e a paisagem No jardim da Cordoaria as obras de Juan Muñoz confundem-se com a paisagem. Também os sem-abrigo, que muitos de nós deixam de ver. E não têm caras sorridentes.


#Leões Uma das vantagens de percorrer a cidade com a máquina fotográfica na mão, no meu caso, é que o olhar se prende a certos pormenores que, no dia-a-dia, me passam completamente despercebidos. Como a copa do pavão dos Armazéns Cunha enquadrado com as penas do Plátano.
#Bolhão O mais tradicional mercado de frescos do Porto. Local de trabalho e de convivência de muitos vendedores há dezenas de anos. Chamei fantasma a esta imagem, pois antevia-se que o mercado ia ficar assombrado.
#Mantas para peregrinos de Fátima e Santiago



#clérigos Por detrás da cidade que renasce há sempre uma viela, um pormenor, uma casa, pessoas que continuam presas ao Porto monumental, velho e nalguns casos moribundo.
#Portoponto família procura no mapa o próximo passeio no Porto de junho. 















Um grupo de colegas de trabalho fora-do-comum, e que também por isso trabalha onde trabalha, organizou ao longo de semanas uma maratona fotográfica da cidade do Porto que se realizou no dia 30 de Setembro.
E no concurso previam uma selfie.

"O Rosto do Porto (Fnacticos por fotografia)" juntou mais de duas dezenas de colegas das lojas Fnac do Porto que, além de terem recolhido um conjunto maravilhoso de fotografias da cidade e de Vila Nova de Gaia, tiveram impagáveis experiências de convívio entre colegas de uma mesma empresa.

Paralelamente, havia um concurso para a escolha do melhor conjunto de fotografias e, anteontem, na entrega dos prémios calhou-me - com tanta surpresa como alegria - o terceiro lugar.

Com estas fotografias.








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